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Como usar o GT Pilot

O que dá pra pedir, o que acontece na pedaleira e onde cada recurso para. Fale do seu jeito: os exemplos são só pra dar ideia.

Antes de começar

  1. 1

    GT-1 ligada no Mac pelo cabo USB.

  2. 2

    BOSS Tone Studio instalado e fechado. Aberto, ele recarrega o patch e disputa a conexão.

  3. 3

    Abra uma conversa no Claude Desktop e peça: “confere minha GT-1”. Ele diz qual patch está carregado, se há ajuste não salvo e se existe versão nova do GT Pilot.

Montar um timbre

“Quero o timbre de Knee Socks”
Parte do equipamento da gravação original, traduz para os amps e efeitos da GT-1 e aplica no patch carregado. O nome no visor muda junto, pra você ver que chegou.
“Um crunch estilo AC-30” / “algo tipo Gilmour”
A mesma coisa, partindo de um equipamento ou de um guitarrista.
“O que tem nesse patch?”
Lê o patch carregado: cada bloco, ligado ou desligado, com o modelo e os botões principais.

Tudo acontece no patch carregado e nada é salvo até você pedir.

Ajustar sem saber o nome do botão

“Faltou drive” / “tá sujo” / “menos agudo” / “tira o delay”
Um ajuste pequeno, dizendo o que mudou e de quanto pra quanto. O que você já aprovou fica como está.
“Quais amps a GT-1 tem?” / “que delays existem?”
Lista os modelos e os parâmetros de um bloco, com os valores atuais.
“Desfaz”
Volta o último passo da conversa: timbre, nome ou patch carregado. Dá pra repetir.
“Mais alto”
Cada pedido sobe no máximo 15 pontos de volume. Se você pedir muito mais, ele vai em etapas.

Salvar, organizar e fazer backup

“Salva no U05”
Mostra o que está no U05, espera seu sim, guarda uma cópia do que existia e confere a gravação byte a byte.
“Carrega o U03”
Troca de patch. Se houver ajuste não salvo, pergunta antes.
“Lista meus patches”
Mostra os nomes dos 99 slots do usuário.
“Muda o nome pra Solo Rosanna”
Renomeia o patch carregado, com até 16 caracteres e sem acento (o visor não mostra acentos). Pra ficar, salve.
“Faz backup de tudo”
Copia os 99 patches para um arquivo no seu Mac. Leva cerca de um minuto.

O que foi salvo fica na GT-1 e funciona sem computador: monte em casa e leve só a pedaleira.

Volume, ruído e onde você está tocando

“Tô no fone” / “numa caixinha de 15 watts”
Adapta o timbre ao equipamento, com o volume subindo aos poucos.
“Escuta como tá”
Grava até 30 segundos do som da GT-1 pelo USB e mede volume, brilho, equilíbrio entre graves e agudos, ruído nas pausas e distorção digital. Compara com a escuta anterior.
“Iguala o volume desse com o limpo”
Enquanto você toca sem parar, mede a cada 4 segundos e ajusta o nível do patch. Depois confira de ouvido: som distorcido parece mais baixo com a mesma medida.
“Tá chiando entre as frases”
Enquanto você toca frases com pausas, sobe o redutor de ruído até as pausas ficarem limpas. Drive e amp ficam como estão.

Na primeira escuta o Mac pede permissão de microfone: é por ela que o Claude recebe o áudio USB da GT-1. A gravação serve só pra medir e não fica salva.

Estudar

“Liga o metrônomo em 90” / “para o metrônomo”
Clique pela saída da pedaleira, com o primeiro tempo do compasso mais agudo. O volume começa baixo de propósito.
“Liga e desliga o chorus pra eu ouvir”
Escuta guiada: um efeito por vez, pra você aprender a reconhecer cada um.

Quando algo não soa como esperado

“Não mudou nada”
Ele faz uma mudança impossível de não ouvir pra testar a conexão. Confira o cabo: mau contato já causou falso alarme.
“Não acha a pedaleira”
Cabo USB, GT-1 ligada e driver da GT-1 instalado. Se o Tone Studio estiver aberto, feche.
Aviso de versão nova
O Claude avisa uma vez, com o link. Baixe e abra o arquivo: ele substitui a versão anterior e mantém seus backups.

Regras que o GT Pilot não deixa quebrar

O que ainda não faz

Está no plano, mas não existe hoje. Se algum destes faz falta pra você, diga na lista de espera.

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